30 de maio de 2004

O prometido é devido


A Escola Básica nº1 de Juromenha tem um site que nos dá a conhecer quem são, onde estão e o que fazem. Na rota do mesmo projecto da Escola de Ouguela, divulgam os seus trabalhos e contactam diversas outras escolas estrangeiras, via Internet. Mas vão lá dar um saltinho...

Outras "movimentações"

* A eVa já anda. O brUno (pai da eVa) mostra o vídeo onde registou os passos históricos. Não deve tardar muito está sentada ao computador a fazer o seu primeiro post, hihi... está tão gira!


* O Mário Nuno está sempre activo e fala de Alice. A menina que todos nós adoramos no seu País das Maravilhas. Eu vou dar uma ajudinha e deixo aqui o livro para o caso de alguém querer dar uma vista de olhos.

* Quanto aos nossos outros blogs, é assim: O Alexandre deve estar com falta de tempo para nos contar mais coisas sobre a História de Portugal. O mesmo sucede com a Mafalda. Onde é que ela andará?
Já a Inês continua em alta com o seu Provérbios e a Mafuka com as notas que teve vai "passar" com toda a certeza.
A Daniela e a Catarina também não páram. Mostram que estão por aí. Ao contrário de mim que ando um bocadinho dividida por outros lados. É que além da escola (vai bem, muito obrigada), da família, das minhas amigas e vida social (rs) não queria desistir dos meus outros blogs que muita gente desconhece: Origens, Nós e os Outros e, claro, o primeiro de todos. (desculpem a imodéstia da auto-promoção)


A Joana é uma nova amiga que vive em Macau e tem o Harry Potter Clube. Se ela quiser, é com muito agrado que a recebemos no nosso cantinho.

* Dos nossos professores falarei mais tarde. E de outros que ainda não conhecemos mas que "andem aí", (rs)

26 de maio de 2004

Livros preferidos (3)


Oliver Twist e a Cabana do Pai Tomás

O primeiro é de Charles Dickens, romancista inglês e um dos escritores mais conhecidos da literatura universal. Denunciou a existência de escolas, que estavam mais interessadas no enriquecimento dos seus directores do que na educação das crianças. Na sua extensa obra, combinou bem a narrativa, humor, sentimento trágico e ironia, com uma forte crítica social e uma clara descrição de pessoas e lugares, tanto reais como imaginários. É um livro a não esquecer. Eu gostei muito.

O segundo é uma narrativa vivida em Louisville, Kentucky, E.U.A.. O Pai Tomás era um escravo negro que com sua história e sofrimento comoveu o povo norte-americano, criando um clima de revolta contra a escravidão. Levou o país à sangrenta guerra civil que culminou com a reunificação dos E.U.A. e permitiu a libertação dos escravos.
Esta é uma história de coragem, determinação e luta pela liberdade. Foi escrito por um dos nomes que se destacam na literatura dos Estados Unidos da América do Norte: Harriet Beecher Stowe, nascida em 1819.
Que com o célebre romance repercutiu em todo o mundo a missão de contribuir para que se libertassem os escravos norte-americanos.

24 de maio de 2004

Livros preferidos (2)


Sopa de Pedras
...
“No meu quarto é uma estrela
Que me ajuda a ser mais forte
Que me faz sentir o mar
Que me ensina a voz do vento
E me diz onde é o norte
Pelo que eu tenho a certeza
Que é da Estrela Polar”
...

Autor: Jorge Castro

23 de maio de 2004

Livros preferidos (1)

*
Clássico da literatura universal, "As aventuras de Robinson Crusoé" narra a história de um náufrago que sobrevive numa ilha deserta e constrói passo a passo uma réplica física e moral do mundo que ele deixou para trás.

Autor: Daniel Defoe

* (Posso mandar por e-mail. Em formato zip.)

21 de maio de 2004



NÃO ESQUECER!

A 74ª Feira do Livro de Lisboa começa hoje e vai até 6 de Junho, no Parque Eduardo VII.

Abertura
Segunda a Sexta às 16:00 horas; Sábados e Domingos às 15:00 horas.
Nos dias 26 de Maio e no dia 1 de Junho (Dia Mundial da Criança) às 10:00 horas.
Encerramento
Domingo a Quinta-feira às 23:00 horas; Sextas-feiras, Sábados e no último dia da Feira às 24:00 horas.

Se virem uma miúda a vasculhar no meio dos livros e a fazer muitas perguntas, sou eu!

18 de maio de 2004



JOÃO PAULO II

Karol Wojtyla nasceu no dia 18 de maio de 1920, uma época de guerra entre a Polónia e a República Soviética, na cidade de Vadovice. Sua mãe tinha a saúde debilitada, mas mimava-o muito. Chamava-o de de Lolek e às vezes de Lolus - o diminutivo do apelido. O seu pai era um tenente do exército polonês, mas velho demais para ir ao front, por isso, sempre ajudou a criar os filhos. Karol tinha também um irmão mais velho, Edmund, por quem nutria muita admiração.
Antes dos 21 anos, o futuro papa já havia perdido toda a sua família. A mãe morrera quando ele tinha apenas oito anos. Pouco depois morreu o irmão, que estudava medicina e foi vítima de uma epidemia num hospital. Em 1941, morreu seu pai num dos mais rigorosos invernos da Polónia. Nesta época, Karol Wojtyla, que adorava poemas, escreveu um lembrando a dor e Deus:
Sei que sou pequeno/ Mas há outros ainda menores que eu/ Ele me escolheu, Ele me lança nas cinzas/ Ele pode fazer isso - mas por quê?/ Por que fazer isso comigo?/ Ele é o provedor.

Muito antes de se tornar o Papa João Paulo II, em 16 de Outubro de 1978, Wojtyla já era um exemplo de cidadão. Da infância em Vadovice aos retiros religiosos no Vaticano, ele foi o melhor aluno nas escolas e universidades por onde passou. Falava alemão, latim e grego.
Adepto do futebol, Karol não só teve diversos amigos judeus, como jogava frequentemente como guarda-redes no clube dos judeus da sua cidade. Aos 14 anos, actuou como actor e roteirista em peças de teatro em Cracóvia, trabalhou como britador numa pedreira e até entrou na lista negra do nazismo, no tempo da ocupação.
Wojtyla tornou-se padre aos 26 anos, arcebispo aos 43 e cardeal aos 46.
Faz hoje 84 anos.

16 de maio de 2004

CONVITE da ORCA

Falas da Terra
Natureza e Ambiente na Tradição Popular Portuguesa.



As Edições Colibri, o Instituto de Estudos de Literatura Tradicional,os organizadores da obra, Ana Paula Guimarães, João L. Barbosa e Luís Cancela da Fonseca e os cerca de quarenta participantes, que falam sobre a terra gostariam de vos convidar a estar presentes na sessão de lançamento deste livro.

Auditório I (Torre) - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Av. Berna,
nº 26- C, 1069-061 Lisboa

O DIA dos BICHOS


Também a 18 de Maio, desde as 11 horas até às 18 horas, na sala 36 (Bloco B1):

11 h - O Cavalo (Manuela Parreira da Silva)
12 h - O Burro (Luísa de Medeiros)

14 h - O Leão (Sara Diogo)
15 h - A Serpente, Sapos e Rãs, Ratos, Ratinhos, Ratões e Ratazanas (Maria Teresa Meireles)
16 h - A Aranha, a Pomba e a Sereia (Ana Freitas)
17 h - Os Bichos ao espelho (Maria José Simão)


Participa! Para que todos sejamos mais felizes.



Em adenda fica aqui registado para o meu amigo Orca o que faltava dizer num blog que eu tenho e que fala das Origens. É sobre...

O Menino Jesus da Cartolinha.

"... Miranda esteve sob ocupação estrangeira mais de um ano, tendo então sido libertada por um exercito de tropas de elite vindo do sul ,que fez prisioneira toda a guarnição inimiga. Foi este feito entre outros que originou a lenda do MENINO, ainda hoje adorado e venerado pelos mirandeses.
A imagem do Menino Jesus da Cartolinha é especialmente venerada pelo Natal, em memória da protecção que, segundo a tradição, o Menino Jesus dispensou àquela terra, nos tempos difíceis da Restauração."

* A Lenda... ou talvez não.

13 de maio de 2004



* Hoje estive no blog da Kaótica. Aquilo é que é Kaozoadas, hihi…




* Mais uma escola que vai fechar devido a poucos alunos. É a escola de Castelo Novo.
Pertence ao concelho do Fundão, distrito de Castelo Branco.
Querem conhecê-los melhor?

9 de maio de 2004



Cada vez mais se pode encontrar nos blogs pessoas com educação superior.
Não estarei tão cedo (ou nunca) ao nível deles mas não posso deixar de os referir. Há sempre alguém que passa aqui e a quem pode interessar fazer-lhes uma visitinha.

* João Vasconcelos Costa

* Fio de Ariana

* Que Universidade?

* António Carlos Valera

E para que Tertúlias como essas fiquem mais bem compostas nada melhor que trocar ideias, dar sugestões e participar no Forum Comunitário.




Não resisiti e fui "roubar" o vídeo da .

Liguem a televisão, s.f.f.

5 de maio de 2004

VISITA DE ESTUDO - Gelsenkirchen



Cidade localizada no oeste da Alemanha com a mesma história de Dortmund era um grande fornecedor de carvão e ferro. Durante muitos anos as empresas mineradoras foram a grande força económica desta cidade. Com o terminar dessa época, ficaram somente os terrenos devastados, e neste local que foi reflorestado, foram criados parques e novas frentes de trabalho, agora num outro segmento.



Gelsenkirchen é uma cidade marcada pela fase de industrialização do século XIX. Desde 1840, desenvolveu-se rapidamente com a exploração de carvão mineral, o "ouro preto". Por causa disso, tinha o nome de "cidade dos mil fogos".
Na época seguinte, foi marcada pela industria siderúrgica, principal razão da sua destruição pelas forças aliadas na Segunda Guerra Mundial. Mas a cidade trabalhadora, com seus inúmeros estrangeiros, sempre soube reerguer-se. Hoje, é o maior centro de fabricação de células solares da Europa e o mais moderno do mundo.



É preciso dizer que Gelsenkirchen é uma cidade cinzenta, assumidamente alemã, inevitavelmente austera e quase impossível de pronunciar correctamente na língua de Camões. Por outras palavras, não é o destino de férias tipicamente preferido pelo acidental turista português.
Gelsenkirchen, com perto de 290 mil habitantes, possui uma Câmara Municipal composta por 68 vereadores.



O Estádio



Nome: Arena auf Schalke
Inauguração: 13 Agosto de 2001
Utilizador: Schalke 04
Custo: 358 milhõe de marcos
Capacidade: 62.000 (45.000 sentados, 17.000 em pé)
Morada: Ernst-Kuzorra-Weg 1, 45891 Gelsenkirchen

Pontos turísticos


O Castelo Berge e a Floresta de Gelsenkirchen


Órgão da Igreja

Outros

O Canal, a Ponte de Buga-Gelände e a Casa da Cultura

2 de maio de 2004


“Mãe! Passa a tua mão pela minha cabeça! Quando passas a tua mão pela minha cabeça é tudo tão verdade!”

Almada Negreiros

29 de abril de 2004



Concurso literário

* O Netescrita abriu concurso para jovens netescritores.
Só tem de se estar registado e ter vontade de escrever. Qualquer coisa, a Emília Miranda esclarece.




Também nos podemos habilitar a um livro de Hans Christian Andersen no Webquest. Só temos que escrever um texto sobre a vida e a obra deste escritor. A Emília até tem lá os sites onde podemos ler tudo sobre ele.
Será que um de nós vai ser o premiado? Era giro.

27 de abril de 2004



Testemunhos de Abril

* "Na manhã do dia 25 de Abril de 1974 eu estava em casa a arranjar-me para ir para a Faculdade de Letras na Universidade do Porto (era então aluna) quando o telefone tocou. Era um tio de Lisboa dizendo para não sairmos de casa porque havia uma revolução.
Já não me lembro se saí ou não mas lembro-me de ter ido à janela e não ter visto nada que me mostrasse que estava a acontecer uma revolução.
Lembro-me também de ter visto o meu pai e o irmão dele darem um abraço do tamanho do mundo!
O que me vem à memória?
Depois de ter ido à janela e não ter visto nada de estranho na rua, era a avenida da Boavista, no Porto, comecei o meu dia.
O chuveiro, o pequeno-almoço, o apanhar o eléctrico para os Leões.
Faculdade de Letras fechada, Piolho aberto, era o que importava!
Colegas, amigos, muitos ali estavam.
Por ali ficámos.
E por ali andámos nos dias que se seguiram.
Seguiram-se dias e dias de RGA's, RGA's, RGA's, era um nunca acabar de RGA?s!
A esplanada do Piolho sempre cheia, era Primavera, os dias eram mais bonitos do que alguma vez tinham sido!"


Emília Miranda




* "O meu pequeno núcleo familiar [Pai, Mãe, Eu, Mano] era parte integrante de duas famílias, evidentemente, a do Pai e a da Mãe.
Era giro, porque a família do meu pai era conservadora e o meu pai um revolucionário; e a família da minha mãe era liberal (muito anti-salazarista) e a minha mãe, conservadora.
Não imaginas as combinações que daqui resultaram! O meu pai, embora nunca tenha sido do PC, era leitor clandestino do Avante antes da Revolução! E o pai da minha mãe já obtinha clandestinamente as canções do Zeca, Manuel Freire e outros, antes da revolução!
A mãe da minha mãe, décadas antes do 25 de Abril - claro! - foi namorada do Humberto Delgado!
Se tivessem ido todos presos... talvez nunca se tivessem encontrado e eu nem tivesse nascido.

Fata Morgana




* "Tinha 22 anos. Estudava e esperava (ou desesperava) que me chamassem para o cumprimento do serviço militar. Considerava aquela guerra injusta e ponderava seriamente na hipótese de desertar que, ao contrário do que pretendem hoje alguns "espertos", não era um acto de cobardia, mas sim de muita coragem. Coragem que eu ainda não tinha toda dentro de mim.

Desenvolvia, desde os meus 18 anos, alguma actividade semi-clandestina contra o Estado Novo. Por exemplo, com um grupo de amigos integrava, eu como professor de Português, um projecto de aulas para adultos carenciados, a quem não cobrávamos um tostão. Na faculdade onde estudava, participava, também, numa série de actividades políticas contra o estado do ensino... Enfim, histórias compridas e, talvez, chatas para te trazer agora.
Posso dizer-te que poucas semanas antes do 25 de Abril atirei ao mar, no Guincho, uma máquina de escrever velha onde "batia" os stencils de comunicados clandestinos... E perguntas-me tu porque teria eu atirado a maquineta ao mar? Simples: alguém me avisou que eu andaria a ser vigiado pela polícia política (a PIDE, como saberás) e como as máquinas de escrever eram facilmente identificáveis pelo tipo de letras e falhas na impressão das mesmas, lá foi a máquina, companheira de muitos gritos de revolta, para o fundo do mar do Guincho. Nem te passa pela cabeça as explicações malucas que tive de inventar para atenuar a ira do meu pai pelo desaparecimento da máquina...
Conto-te este pequeno acontecimento, apenas para ilustrar algo que era então corrente, nos meios que eu frequentava, e que hoje te poderá parecer tão sem sentido ou, até, estranho.
No 25 de Abril, por volta das sete horas da manhã, telefonaram-me para casa e disseram: "Está a ser hoje. Os militares estão na rua, pá. Hoje, ou vai ou racha!..." (qualquer coisa de parecido com isto. Não te
garanto que tivesse sido dito exactamente com estas palavras...)

Saltei da cama. Vesti-me a correr. Avisei os velhotes - que sempre foram boas pessoas e, apesar das preocupações, davam cobertura às minhas "avarias" - e sabes o que fiz? Como era fotógrafo amador - para ganhar uns tostões... - agarrei na minha velha máquina fotográfica Voïgtlander, peguei em meia dúzia de rolos a preto e branco e fui de comboio para a baixa de Lisboa.
Cheguei lá, seriam cerca de 8 horas da manhã. Corri até à Praça do Município... e começou a aventura!
Soldados por todo o lado, em posições de combate. Viaturas militares imensas e estranhas na baixa pombalina. E as pessoas cinzentas do dia anterior, de repente sorriam. Apreensivas, primeiro. Depois, em
correrias de querer abarcar tudo o que se passava. Depois os gritos, os vivas à liberdade, à vitória... mesmo sem haver grande percepção de quê.
Sabia-se, apenas, que era "contra o regime" e bastava! E começou a ser um mar de gente a invadir a baixa de Lisboa, apesar dos avisos reiterados para ninguém sair de casa.
E aí se terá passado o fenómeno para mim mais marcante da Revolução de Abril: de súbito liberto da opressão em que vivia, o povo irmanou-se aos soldados, sobrepôs-se a eles, encheu-os de vivas e de cravos, tomou a Revolução como sua, numa anarquia feliz e incontida, em que todos éramos irmãos... excepto, claro, os "pides" a quem de imediato se começou a dar caça sem tréguas (pois muitos deles eram bem conhecidos), ainda que não se tenha vertido nessa vingança uma gota de sangue, ao contrário do que
viria a fazer a meia dúzia de cães raivosos que no edifício da António Maria Cardoso dispararam indiscriminadamente contra a multidão desarmada.
Por todo o lado se organizavam comícios espontâneos. As pessoas redescobriam a arte de se reconhecerem nos outros, em plena luz do dia. Pois é... e a meia dúzia de rolos fotográficos foram
incomensuravelmente poucos para documentarem tanta felicidade."

Jorge Castro


24 de abril de 2004



Ainda o 25 de Abril...

Para além da contribuição familiar e dos amigos, tenho feito várias descobertas na Internet sobre a História da Revolução. Só que era demasiado extensivo para o ABC e decidi distribuir o mal pelas aldeias. Sendo assim, se alguém estiver interessado, pode passar pela minha primeira casa (hihi...) e pela segunda moradia. Tem vista para o mar.

23 de abril de 2004



“Existe uma tendência, sobretudo entre os mais novos, para encarar o 25 de Abril como algo que já pertence ao passado”.
Gilda Barata, escritora

Estamos a fazer um trabalho na escola sobre o 25 de Abril e lembrei-me que os autores de blogs, como mais velhos, podiam contribuir para me (nos) contar como o viveram ou o que sabem dele.
Já tenho vários tópicos, algumas histórias e muitas fotografias, mas falta-me saber o sentimento de quem o viveu por dentro e quais as suas experiências, os seus sonhos e as suas ilusões. Independentemente da sua filiação partidária, (como diz o meu pai: “um blog não deve ter cor”), a nossa equipa (a Rosarinho, a Bi, o Hugo, a Sandra e eu) gostaríamos de saber mais coisas.
Posso contar com vocês?

(a minha caixa de correio é thita@iol.pt)

18 de abril de 2004



minha amiga Thita e também ao teu avô Eduardo!!! e já agora ao teu tio :-)

Muitos abraços meus e da minha mãe.